Indique A Alternativa Em Que Não Há Erro De Concordância
Indique a alternativa em que não há erro de concordância é o objetivo claro de quem busca reforçar a gramática e a fluência da língua portuguesa, especialmente no que diz respeito à concordância verbal e nominal.
O que é erro de concordância e por que aparece
Erro de concordância ocorre quando o sujeito de uma oração não bate com o verbo em número (singular ou plural) ou, ainda, quando há descompasso entre nomes, adjetivos e pronomes em gênero e número. Esses deslizes são comuns em redações, provas e até no dia a dia, pois muitas vezes a gente se distrai com a velocidade da fala ou da escrita.
O português exige que verbos, adjetivos, artigos e pronomes estejam alinhados com o núcleo do sujeito. Portanto, identificar o sujeito real é o primeiro passo para evitar falhas. Se o sujeito for composto, a regra geral é concordar no plural, a menos que haja uma nuances específica de gênero ou que a própria norma autorize flexibilidade em contexto informais. Por isso, sempre que você for analisar uma frase, comece perguntando: quem ou o que realmente executa a ação ou está sendo descrito?

Como identificar a estrutura do sujeito na frase
Para indique a alternativa em que não há erro de concordância, é essencial primeiro reconhecer a estrutura completa do sujeito, que pode ser simples, composto, oculto ou indeterminado. Um sujeito simples é formado apenas por um núcleo, enquanto o composto reúne vários núcleos ligados por conectivos como "e", "ou" ou "nem... nem". Já o sujeito oculto aparece quando a oração tem um verbo transitivo intransitivo sem sujeito expresso, exigindo que se infira quem ou o que realiza a ação.
Exemplos práticos ajudam a fixar a regra. Analise: "Os carros e a moto (estão/está) na garagem". Aqui, o sujeito é composto ("carros" e "motos"), então o verbo deve ser plural ("estão"), mesmo havendo um termo singular próximo. Já em "Nem o menino nem a menina (quer/querem) ir ao cinema", o verbo deve concordar com o sujeito mais próximo no plural, pois a regra geral para sujeitos composto com "nem... nem" é o plural. Portanto, a forma correta é "querem".
Regras de concordância verbal com sujeitos compostos
Quando se trata de sujeitos compostos, a concordância costuma seguir o princípio da nota mais alta, concordando no plural. No entanto, é preciso atenção aos conectivos e à ordem dos termos. Frases como "O livro e a caneta (está/estão) sobre a mesa" exigem "estão", pois o sujeito é plural. Já "O pai da Maria ou o dela (fica/ficam) em casa" exige a análise do núcleo mais próximo do verbo para definir se será singular ou plural.

Outro ponto importante é o uso de "todos", "ambos", "vários" e semelhantes, que já trazem em si o sentido de pluralidade. Veja: "Todos (participa/participam) da reunião" está incorreto, pois o correto é "participam". Já "Ambos os alunos (concordam/concorda)" está errado se estiver no singular, pois "ambos" exige "concordam". Manter a atenção nesses termos ajuda a evitar erros de concordância que comprometem a clareza da mensagem.
Concordância nominal e a regência do artigo e adjetivo
Alem da concordância verbal, a nominal também é vital para um texto correto. Isso envolve a harmonia entre artigo, adjetivo e núcleo substantivo. Frases como "Aquele carros velozes" estão erradas porque o artigo "aquele" é singular e o substantivo "carros" é plural. A forma correta exige ajuste: "Aqueles carros velozes" ou "Aquele carro veloz".
Os adjetivos devem sempre acompanhar o substantivo em gênero e número. Por exemplo, "As casa bonitas" está incorreto, pois "casa" é singular e exige "bonita". Já "As casas bonitas" está perfeito. Prestar atenção nesses pequenos detalhes faz toda a diferença na fluência e na clareza da comunicação, seja na fala ou na escrita.

Dicas práticas para não errar a concordância
- Identifique sempre o núcleo do sujeito, mesmo que ele esteja oculto ou entre palavras como "embora", "apesar de" ou "se".
- Em sujeitos compostos, observe a ordem e os conectivos: "e" geralmente forma o plural; "ou" e "nem... nem" costumam concordar com o termo mais próximo.
- Palavras como "cada", "qualquer", "nenhum" e "todo" exigem atenção especial, pois podem mudar a estrutura dependendo do contexto.
- Leia a frase em voz alta: se soa errado, provavelmente está errado. O ouvido humano costuma captar descompassos que a visão escaneia rapidamente.
Quando duvidar, revise para indique a alternativa em que não há erro de concordância
Em provas e concursos, a habilidade de rapidamente identificar a alternativa correta faz toda a diferença. A estratégia mais eficaz é isolar a frase, marcar o sujeito e o verbo e testar a concordância como um todo. Evite cair em armadilhas de concordância parcial, onde apenas uma parte da frase parece batida, mas o conjunto está descompassado.
Para fixar, observe: "Nem o diretor nem os alunos (está/estão) presentes" está correto em "estão", pois o sujeito mais próximo ao verbo é plural. Já "Nem os alunos nem o diretor (estão/está) presente" exige "está", já que o sujeito mais próximo é "diretor", singular. Esses exercícios mentais rápidos ajudam a reforçar o hábito de verificar a concordância em qualquer contexto.
A prática constante como caminho definitivo
Indique a alternativa em que não há erro de concordância não é apenas uma questão de prova, mas de clareza e profissionalismo. A gramática correta transmite respeito, credibilidade e cuidado com o interlocutor, sejam eles leitores, ouvintes ou colegas de trabalho. Quanto mais você expõe a língua a situações de análise, mais natural se torna a detecção de erros.

Portanto, estude as regras, treje os exemplos e, principalmente, pratique a aplicação em textos reais. Com o tempo, essa habilidade será automática e você terá confiança para produzir e corrigir com assertividade. Lembre-se: a paciência e a repetição são aliadas definitivas para dominar a concordância na língua portuguesa.
Concluindo, dominar a regra de indique a alternativa em que não há erro de concordância exige atenção ao sujeito, à estrutura da frase e à prática contínua. Ao aplicar os conceitos aqui apresentados, você elimina erros gramaticais e comunica com precisão, clareza e elegância.
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